• Cava do Viriato
  • Campo Viriato
  • Igreja Nossa Srª da Conceição
  • Estátua de Viriato
  • Multiusos
  • Casa da Ribeira
 
Nome:

Cava do Viriato

Cronologia: Século II ou I a. C.
Descrição: “Designação dada a uma invulgar fortificação, a Norte da cidade, de planta octogonal perfeita, rodeada de muros, taludes e um fosso, com área interior de 39 hectares. Terá sido um acampamento militar romano, de carácter permanente, dos meados do século I a.C. Segundo o historiador Jorge de Alarcão, a sua construção pode atribuir-se a Décimo Júnio Bruto (138 a.C.) ou a César (61 a.C.) ou a Cássio Longino, ou Petreio (48 a.C.). O projecto de requalificação desta área, da responsabilidade do arquitecto Gonçalo Byrne (2001).
 
Nome:

Campo Viriato

Descrição: O novo Espaço Público do Campo Viriato, após uma notória requalificação urbana e de valorização ambiental pelo Arq. Manuel Salgado, trata-se de uma vasta área, ampla e vocacionada para uso pedonal, constitui-se doravante como uma nova centralidade, a norte da cidade (junto `Cava de Viriato), destinada à fruição pelos Viseenses e seus Visitantes que aí encontrarão um espaço de lazer, de estada, de convívio e de animação, liberto de trânsito automóvel, dotado de comércio, serviços, restauração, e preparado, para a realização de grandes eventos, desportivos, musicais, culturais, entre outros…De destacar a já famosa e centenária Feira de S. Mateus, cabeça de cartaz deste espaço que se quer vivo, dinâmico e multifuncional.
 
Nome: Igreja da Nossa Srª da Conceição
Época de construção: Século XVII
Cronologia: Séculos XVII – XVIII
Descrição: Antiga capela dedicada a S. Luís, rei de França, que se refez mais tarde e onde se estabeleceu a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. Com o crescimento da Irmandade, em 1757 deu-se início à renovação deste espaço. A traça deste pequeno templo deve-se, provavelmente, ao mestre António Mandes Coutinho, que lhe imprimiu um cunho cenográfico. Na fachada desenha-se um portal com uma moldura de traço simples, onde se sustenta um frontão enrolado com uma tarja ostentando insígnias marianas. Num registo inferior rasgam-se duas janelas, iluminando desta forma a nave, enquanto que num registo superior se abre um óculo, também ele enquadrado por uma moldura sem valor expressivo, e que desta forma ilumina o coro alto da igreja. O remate é de uma graciosidade pura, imprimindo uma leveza de movimento ao conjunto. Duas urnas coroam as pilastras adossadas ao corpo central. Á direita, um campanário com duas ventanas. No seu interior, a separar a nave da capela-mor, existe um arco cruzeiro. Possui três retábulos Rococó, da segunda metade do século XVIII, inspirados nos da Igreja dos Terceiros de S. Francisco. Na parede da nave, um pequeno nicho alberga uma estátua do século XVII, de S. Luís, rei de França. Nos inícios do século XX foi construída a dupla escadaria e o gradeamento do átrio.
 
Nome:

Estátua de Viriato

Descrição: À beira da Cava de Viriato, ergue-se a estátua de Viriato, o aguerrido herói que a cidade desta forma homenageia. O escultor Mariano Benliure, de nacionalidade espanhola, soube interpretar neste expressivo conjunto escultórico, a alma e o vigor do valente guerreiro, que personificou a luta contra o invasor romano e que Viseu adoptou como personagem do seu imaginário na construção da imponência da cidade.
 
Nome:

Multiusos

Descrição: Feiras e Exposições, Lazer e Cultura, Desporto e Congressos, tudo isto, reunido num único Pavilhão, com capacidade de se transfigurar para dar resposta eficaz às necessidades da população e seus visitantes. Viseu é reconhecida como uma das cidades do interior onde na última década se tem registado de vitalidade das atividades culturais e desportivas. A captação de eventos de maior envergadura, normalmente centralizados nas grandes cidades, exigia uma estrutura com maior capacidade de resposta, ao que o multifacetado Multiusos correspondeu. Parte da obra do Arq. Manuel Salgado, o Pavilhão localiza-se no novo Espaço público da feira de S. Mateus, tendo sido conseguido um perfeito equilíbrio entre a grandiosa estrutura e toda a sua envolvente.
 
Nome:

Casa da Ribeira

Época de construção: Finais do século XVII
Descrição: Desta casa de ambiência rural e agrícola, importa ressaltar o papel que ocupa na recolha e investigação do património cultural e em particular o que se relaciona com as artes e ofícios tradicionais. Neste espaço existem oficinas – olaria, tecelagem, bordados, trabalhos em madeira e em pedra, cestaria, flores de papel, etc. – bem como a exposição/ venda de variadas peças do artesanato regional.
Horário: 09h00 – 12h30 14h00 – 17h30 Encerrado ao Domingo e 2ª feira Tel. 232 429 761

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