• Estátua ao Soldado Desconhecido
  • Teatro Viriato
  • Porta dos Cavaleiros
  • Igreja de Stº António
  • Solar do Arco
  • Chafariz de S. Francisco
 
Nome:

Estátua ao Soldado Desconhecido

Descrição: “No centro de um canteiro que se desenha neste largo, ergue-se um evocativo e emotivo monumento, que pretende celebrar todos aqueles que pereceram vítimas da Primeira Grande Guerra, bem como de todos os conflitos, que são sempre injustos e injustificados. O escultor Anjos Teixeira (1880-1935) representou a saudade e o modo próprio do ser português no rosto de um homem que se tornou soldado. No seu olhar intimista e sofrido pode ler-se uma profunda nostalgia e um certo recolhimento.
 
Nome:

Teatro Viriato

Descrição: Palco da Cidade...Uma verdadeira Casa de Artistas!!! Construído a 13 de Junho de 1883, é no ano de 1999 que abre de novo as portas ao público, após a sua reconstrução. Com a sua recuperação mantiveram-se as características originais da Sala de Espectáculos, modernizando-se o Palco e restabelecendo-se todas áreas perdidas e necessárias para o bom funcionamento (entrada, foyer, bar, sanitários, vestiários, camarins, oficinas), conseguindo-se ainda algumas áreas complementares que possibilitam uma maior utilização, quer para produção de espectáculos, quer para formação. Possui uma sala com 256 lugares sentados e uma lotação máxima de 316 lugares, Plateia com 166, frisas que somam 70 lugares e 7 camarotes que oferecem no seu conjunto mais 22 lugares. É ainda composto por um Bar, no primeiro andar, uma Mini Biblioteca, um Espaço Multimédia, um Estúdio de Dança, uma Sala de Ensaios, um Canto de Teatro, decorado com objectos alusivos ao passado histórico do próprio Teatro e Bilheteira. Trata-se de um Espaço onde se respira paz, tranquilidade, bom gosto, alegria, mas acima de tudo, um Espaço que transborda Cultura...
 
Nome:

Porta dos Cavaleiros

Descrição: Uma das primitivas entradas do burgo medieval. Sobre o arco repousa um nicho albergando uma imagem do século XVIII representativa de N. Sr.ª da Graça.
 
Nome:

Igreja de Stº António

Época de construção:
1592 (Gaia)
Cronologia:
Séculos XVI – XVIII (Gaia)
Descrição: A Igreja de Santo António pertenceu ao antigo Mosteiro do Bom Jesus, onde se estabeleceu uma comunidade de freiras beneditinas desde 1592. Uma igreja marcada pela simplicidade e sobriedade de linhas, que no entanto guarda no interior o seu maior tesouro. Falamos da mais rica colecção de azulejos do século XVII e XVIII da cidade de Viseu. O revestimento azulejar preenche os muros da capela-mor e boa parte da nave. Segundo Santos Simões, os azulejos da nave, que mostram cenas da vida de S. Bento e de Santa Escolástica, terão sido pintados pela mão de Oliveira Bernardes. Compõem este interior da Igreja, altares de talha dourada, obedecendo ao formulário Rocaille, que datam da segunda metade do século XVIII. O teto da capela-mor, em madeira, apresenta pintura em “perspetiva”.
 
Nome:

Solar do Arco (Solar dos Albuquerques)

Época de construção:
Século XVIII
Descrição: Casa nobre do século XVIII, atualmente ocupada pela Escola Secundária Emílio Navarro. Foi um local de intensa vida social, onde se reuniam famílias senhoriais para viver ao gosto da época. “Construiu-se” paulatinamente pela acumulação de riquezas da distinta família que a esta casa tem o seu nome ligado. Mormente a de António de Albuquerque do Amaral (século XVIII), tendo com ele atingido o seu apogeu no que a fausto se refere. Distribui-se este edifício por dois andares horizontais, sendo possível identificar na fachada principal esta mesma organização. O portal que se rompe neste pano murário é catalizador do nosso olhar e merecedor de especial atenção, pelo requinte do labor em pedra. Por cima deste abre-se uma janela, que embora estando integrada no registo das restantes janelas do andar superior, se destaca pela decoração que recebeu. É como que enquadrada por duas urnas que assentam sobre o frontão que coroa o portal. Estes dois elementos, portal e janela, concorrem para que seja possível marcar um eixo de leitura vertical, terminando no tímpano, que alberga o brasão das armas dos Albuquerques. Interiormente sofreu as mudanças inerentes à passagem do tempo e às novas funções que lhe foram conferidas. Testemunhos desses tempos, necessariamente festivos e cenográficos, restam a escadaria nobre de acesso a algumas salas, bem como o antigo salão de baile.
 
Nome:

Chafariz de S. Francisco

Época de construção:
Século XVIII
Cronologia:
Século XVIII
Descrição: Uma formosa fonte de feição barroca, que foi cenário a um dos episódios do romance de Camilo Castelo Branco, “Amor de Perdição”. As suas águas sempre tiveram fama de miraculosas e curativas.

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