• Rua Formosa
  • Mercado 2 de Maio
  • Rua do Comércio
  • Solar dos Condes de Prime
  • Rua Direita
  • Rua D. Duarte
  • Casa D. Duarte
  • Janela Manuelina 
  • Solar dos Treixedos 
  • Judiaria
  • Rua do Hilário
  • Casa do Hilário
Nome: Rua Formosa
Descrição: "Uma "formosa" rua que liga o centro da cidade, a Praça do Rossio, ao Largo de Santa Cristina. É ambientada por casas de comércio tradicional e edifícios que obedecem à estética Arte Nova; é lá que se localiza o Mercado Municipal, um espaço reconvertido em zona de comércio e de lazer, segundo projecto do arquitecto Álvaro Siza Vieira.
   
Nome: Mercado 2 de Maio
Descrição: Viseu tem o seu património edificado e cultural mais rico. Do antigo Mercado municipal, surgiu um novo espaço urbano que mantém um diálogo estético com o rossio, o Mercado 2 de Maio. Idealizado pelo Arq. Siza Vieira, esta Praça dá lugar a diversas Feiras e Espectáculos realizados na cidade, assim como a inúmeras esplanadas que nas noites de Verão enchem a cidade e toda a zona histórica de vida e movimento. Um espaço cultural e de lazer, situado no centro histórico da cidade. «A rua é a casa de todos» e são projectos como este que reforçam o orgulho de ser Viseense ou de estar em Viseu!
   
Nome: Rua do Comércio
Descrição: Transversal à Rua Formosa, conduz-nos até à Praça D. Duarte. É enquadrada por estabelecimentos tradicionais que se conjugam com a intervenção contemporânea no antigo Mercado Municipal.
   
Nome: Solar dos Condes de Prime
Época de construção: 1748
Cronologia: 1748 2000
Descrição: Mandado fazer por Manuel Teixeira de Carvalho, este edifício, que mais tarde viria a pertencer aos Condes de Prime, é um dos mais emblemáticos exemplares da arquitectura civil portuguesa do século XVIII. È um belo solar, de disposição horizontal, organizado em dois andares, onde o labor primoroso e refinado do granito enquadra as janelas e os imponentes portais que desta forma animam as paredes. De planta rectangular, os seus interiores são ambientes requintados, onde se percebe uma certa cenografia, desde logo pelo enquadramento dado pela admirável escadaria que nos leva do átrio até ao andar nobre. Esta ambiência é completada pelos revestimentos azulejares de tons suaves e harmónicos que nos descrevem cenas de caça. A capela adossada apresenta as mesmas linhas aprimoradas da fachada do Solar. No único pano deste frontispício abre-se um excepcional portal onde assenta uma janela de sumptuosa decoração. Num plano superior, a cornija enfatiza o frontão que coroa o conjunto, de linhas sinuosas, rematado por uma cruz. De cada lado deste, e no prolongamento das pilastras adossadas ao corpo da igreja, repousam dois fogaréus. O seu interior é animado pelos azulejos que preenchem os panos murais e relatam cenas da vida de Sto. António, pela pintura que cobre os tetos e pelo dourado dos retábulos joaninos. Em 2000 a Câmara Municipal de Viseu (com o apoio do IPPAR) procedeu à recuperação dos azulejos da capela e sacristia.
   
Nome: Rua Direita
Descrição: No interior das muralhas medievais, esta rua, a meia encosta, era o "caminho mais directo para a cidadela". Estreita e sinuosa, contrariando o seu nome, a Rua Direita tinha grande actividade comercial, sendo conhecida por "Rua das Tendas". Possui vários edifícios interessantes, dos séculos XVI e XVIII, sendo o mais notável desta época o Solar dos Treixedos. A Rua Direita é um bom exemplo de adaptação com intervenção municipal. Transformada em via pedonal há vários anos, ali se experimentaram novos pavimentos, sinalética, iluminação pública, etc., para melhorar o conforto e preservar a vitalidade, que continua forte.
   
Nome: Rua D. Duarte
Descrição: Uma estreita via que nos leva da Praça D. Duarte ao encontro da Rua Direita. A meio da rua ao lado direito, uma casa em pedra ostenta a mais bela janela geminada manuelina da cidade.
   
Nome: Casa de D. Duarte e a Janela Manuelina
Época de construção: Época medieval
Descrição: Uma tradição infundada chama-lhe a Casa de D. Duarte e erroneamente ali situa o berço do Rei. O supremo interesse da velha moradia advém-lhe da lindíssima janela geminada que o cónego Pêro Gomes de Abreu mandou rasgar, no século XVI. É uma belíssima janela, de movimentada decoração, numa perfusão de elementos vegetalistas. O movimento é reforçado e sublinhado pela torsão dos toros que enquadram as aberturas. O brasão de armas é enquadrado por duas pedras ricamente decoradas com motivos que se entrelaçam.
   
Nome: Janela Manuelina
Época de construção: Época medieval
Descrição: Uma tradição infundada chama-lhe a Casa de D. Duarte e erroneamente ali situa o berço do Rei. O supremo interesse da velha moradia advém-lhe da lindíssima janela geminada que o cónego Pêro Gomes de Abreu mandou rasgar, no século XVI. É uma belíssima janela, de movimentada decoração, numa perfusão de elementos vegetalistas. O movimento é reforçado e sublinhado pela torsão dos toros que enquadram as aberturas. O brasão de armas é enquadrado por duas pedras ricamente decoradas com motivos que se entrelaçam.
   
Nome: Solar dos Treixedos
Época de construção:
Primeira metade do século XVIII
Descrição:
Nas suas linhas arquitectónicas, o Solar dos Treixedos, casa do século XVIII, foi a mais aristocrática de Viseu. Foi mandado construir pela família dos Almeidas Cardoso Cerqueira de Sousa, passando mais tarde para a família Queiroz (Viscondessa de Treixedo). É um edifício que se impõe pela sua organização espacial e acima de tudo pela sua linguagem decorativa que exerce particular fascínio. De planta rectangular, o edifício distribui-se por dois andares, bem evidentes na leitura da fachada, onde se rasgam dois registos de aberturas. São janelas magnificamente embelezadas por uma moldura de granito, sendo que as do andar superior se distinguem e evidenciam pelo maior cuidado e requinte posto nesse labor. Em conjunto com os imponentes e altivos portais, de traçada nobre, compõem uma fachada extremamente apelativa e dinâmica no seu jogo de contrastes.
 
 
Nome:
Judiaria
Descrição: Na esquina das ruas do Hilário e da Árvore localizar-se-ia, outrora, a Judiaria de Viseu. Era um quarteirão com uma densidade populacional elevada, onde se situava uma das sete "Ourivesarias Judaicas" que foram cedidas aos portugueses fieis a esta doutrina.
   
Nome: Rua do Hilário
Descrição: A Rua Augusto Hilário, situada na zona da antiga Judiaria, conduz-nos da Praça D. Duarte até à Rua Direita O seu nome deve-se ao facto de se situar nesta rua a casa onde nasceu Augusto Hilário.
   
Nome: Casa do Hilário
Descrição: Casa onde nasceu Augusto Hilário (1864), conhecido fadista, grande impulsionador e expoente máximo do Fado e da canção de Coimbra.
   

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