Viseu Contemporâneo

  • O Maratonista
  • Rosto do Fado
  • Porta de Viriato
  • Quatro Elementos
  • Túnel de Viriato
  • Campo de Viriato
  • Mercado 2 de Maio
  • Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva
  • Solar do Vinho do Dão
  • Viriato Teatro Municipal

 
Nome: O Maratonista
Descrição: Uma homenagem a Carlos Lopes, recordista olímpico filho da terra que, brilhava pela sua rapidez. Mas o significado da obra extravasa esse sentido restrito, simboliza a força, a vontade, a determinação. A garra que cada um de nós necessita no dia a dia para atingir metas, como se estivéssemos numa verdadeira maratona. A estátua granítica de 10 metros de altura traduz a ideia de chegada à meta. A estátua localiza-se em cima de um pódio «separados de um elemento volumétrico contínuo e irregular, querendo simbolizar a relação entre os medos, as inseguranças e as expectativas, e o ruído da água caindo nos degraus laterais, o ruído dos aplausos, alimento desses grandes feitos», descreve Luís Queimadela, o escultor/autor da obra. «Na projeção aérea observa-se o buraco de uma fechadura cuja chave é o Maratonista. Aqui começa a mensagem. A chave do mistério. O segredo, que levou a fazer de Carlos Lopes esse campeão».
Localização:

Praça Carlos Lopes, rotunda de ligação que entrecruza Vildemoinhos (direção Figueiró IP5), Avenida Cidade de Aveiro e Avenida Almirante Afonso Cerqueira.

 
Nome: Rosto do Fado
Descrição: «Rosto do Fado» é um tributo a José Augusto Hilário, um dos rostos do fado (de Coimbra), nascido em Viseu. O frontispício da obra está virado para quem entra pelo Sátão, e tem como cenário de fundo, a zona histórica da cidade – berço de Hilário. Apesar dos 3,5 metros de altura e os 3 metros de largura, a obra deve ser observada com alguma proximidade. Só assim se percebem os traços, as típicas guitarras portuguesas com os braços a escorrer e os xailes, na retaguarda, como explica Xico Lucena, o autor da obra.
Localização:

Numa das rotundas de saída da cidade, que liga a circunvalação, a Rua do Arco e a E.N. 229 (Sátão).

 
Nome: Porta de Viriato
Descrição:

Autoria de Manuel Patinha, a escultura visa perpetuar a figura de Viriato e a sua história. Nessa perspetiva, o arco triunfal como símbolo das suas vitórias e feitos. Há quem caracterize a parte oval como a Acrópole, representando, as formas envolventes o desenvolvimento das cidades ou o desenvolvimento das mentalidades.

Localização:

Implantada na rotunda de ligação da circunvalação, rua das Pedras Alçadas e E.N. 231 (Nelas).

 
Nome: Quatro Elementos
Descrição:

«A preferência pela associação do elemento água ao granito na execução da obra originou a ideia de criar uma obra escultórica representativa dos quatro elementos fundamentais (água, terra, fogo e ar), os quais, por sua vez, ligados aos pontos cardiais. A escultura é constituída por quatro lados simétricos; cada um simboliza um elemento fundamental que está voltado para o respetivo ponto cardeal. A figura orgânica instalada na parte central superior da obra representa a formação da vida a partir dos quatro elementos fundamentais e é completada pela corrente vital da água», descreve o autor Matthias Contzen.

Localização:

Rotunda que entrecruza a circunvalação (Rua cidade S. Filipe) e a rua Estêvão Lopes Morago.

 
Nome: Túnel de Viriato
Descrição:

Inaugurado no dia 23 de Julho de 2004, o Túnel de Viriato, é mais do que um contributo para o ordenamento do trânsito automóvel. A nova infraestrutura devolve aos cidadãos espaços próprios. A Cava de Viriato sobressai, abrem-se outras perspetivas sobre o terreiro da Feira de S. Mateus e a colina da Sé. Uma requalificação que visa, sobretudo, a valorização ambiental e a qualidade de vida de todos os viseenses.

 
Nome: Campo de Viriato
Descrição:

O novo Espaço Público do Campo Viriato, após uma notória requalificação urbana e de valorização ambiental pelo Arq. Manuel Salgado, trata-se de uma vasta área ampla e vocacionada para uso pedonal, um espaço de lazer, de convívio e  animação, preparado para a realização de grandes eventos desportivos, musicais, culturais, entre outros…De destacar a já famosa e centenária Feira de S. Mateus, cabeça de cartaz deste espaço que se quer vivo, dinâmico e multi-funcional.

 
Nome: Mercado 2 de Maio
Descrição:

Viseu tem o seu património edificado e cultural mais rico. Do antigo Mercado municipal, surgiu um novo espaço urbano que mantém um diálogo estético com o rossio, o Mercado 2 de Maio. Idealizado pelo Arq. Siza Vieira, esta Praça dá lugar a diversas Feiras e Espetáculos realizados na cidade, assim como a inúmeras esplanadas que nas noites de Verão enchem a cidade e toda a zona histórica de vida e movimento. Um espaço cultural e de lazer, situado no centro histórico da cidade. «A rua é a casa de todos» e são projetos como este que reforçam o orgulho de ser Viseense ou de estar em Viseu!

 
Nome: Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva
Descrição:

Mais do que a singularidade de um edifício já de si carregado de significado urbano como é a biblioteca pública, o projeto da Biblioteca de Viseu procura antes criar um facto urbano. Um lugar que se espera venha a ter a devida representação no espírito do cidadão comum. Um ponto de referência. O edifício tem duas áreas exteriores distintas: uma área pública, espécie de praça empedrada a granito, por onde se entra no interior da biblioteca e uma privada, ajardinada e reservada aos utentes da biblioteca. No seu interior, separa a partir do átrio de entrada, que é de certo modo o prolongamento da praça pública, a biblioteca das crianças da dos adultos, cada uma delas com os atributos ambientais próprios: escala, pé direito, mobiliário, luz, relação com o exterior, entre outras. Trata-se de um local onde a ambiência, a cultura e o convívio se completam. A relevância que o município tem prestado ao património construído estende-se ao edificado contemporâneo.

 
Nome: Solar do Vinho do Dão (Paço do Fontelo)
Descrição:

A construção do Paço do Fontelo, designação do sítio que antigamente se chamava Fontanelo, teve a sua origem numa quinta que os bispos, logo desde D.Odório, quando era ainda prior, começaram a fazer com terras recebidas ou piedosa herança, tal a primeira, em 1122. Terá sido D. João Homem (1399) que deu início à construção da torre-fortaleza erguida sobre o ângulo Poente. D. Garcia leva avante a obra e manda construir a Capela de Santa Marta, talvez em 1426. D. Miguel da Silva transfigura a quinta, faz um parque e um jardim ao jeito do pensar da Renascença, faz de novo e melhora os aposentos. Gaspar e Grão Vasco fazem-lhe obra monumental para a capela. Gonçalo Pinheiro vem depois. Faz o portal e cerca, por mais longe, as terras que então já eram couto. E aqui vinham em certas temporadas os bispos residir. Foi em 1810 que Alexandre Lobo e António Alves Martins vieram residir de vez, mas é em 1912 que o Governo da República retira a Quinta do Paço ao último bispo residente. Passa então a quartel, cadeia, foi até lugar de acolhimento. Torna-se então pertença da Câmara Municipal que levou a efeito uma obra de esmerada requalificação, onde agora sedia a Comissão Vitivinícola Regional do Dão, o chamado Solar do Dão. Local de cariz único e de uma plenitude incomparável e de uma beleza inconfundível.

 
Nome: Viriato Teatro Municipal
Descrição:

Substituir texto por este: 'Palco da Cidade, uma verdadeira casa de artistas! Construído a 13 de Junho de 1883, encerrou após mais de 70 anos de atividade, tendo sido transformado num armazém. Posteriormente adquirido e restaurado pela autarquia, abriu de novo as portas ao público em 1999. Com a recuperação, mantiveram-se as caraterísticas gerais da Sala de Espetáculos, modernizou-se o Palco e restabeleceram-se áreas perdidas e necessárias para o seu bom funcionamento, como a entrada, foyer, bar, sanitários, vestiários, camarins e oficinas. Conseguiram-se algumas áreas complementares que possibilitam uma maior utilização, quer para produção de espetáculos quer para formação. A sala de espetáculos tem uma lotação de 256 lugares sentados, entre plateia, frisas e camarotes, podendo levar até 316 lugares. Dispõe ainda de Bilheteira, um Bar no primeiro andar, uma Mini-Biblioteca, um Espaço Multimédia, um Estúdio de Dança, uma Sala de Ensaios e um Canto de Teatro, decorado com objetos alusivos ao passado histórico do Teatro. 

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