Rotundas d´Arte

  • O Maratonista
  • Rosto do Fado
  • Porta de Viriato
  • Quatro Elementos
  • Túnel de Viriato
  • Campo de Viriato
  • Multiusos de Viseu
  • Mercado 2 de Maio
  • Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva
  • Solar do Dão
  • Teatro Viriato

 
Nome: O Maratonista
Descrição: É a obra mais recente apresentada a Viseu a 14 de Agosto de 2004. Uma homenagem a Carlos Lopes, recordista olímpico filho da terra que, há 22 anos, brilhava pela sua rapidez. Mas o significado da obra extravasa esse sentido restrito, simboliza a força, a vontade, a determinação. A garra que cada um de nós necessita no dia a dia para atingir metas, como se estivéssemos numa verdadeira maratona. A estátua granítica de 10 metros de altura traduz a ideia de chegada à meta. A estátua localiza-se em cima de um pódio «separados de um elemento volumétrico contínuo e irregular, querendo simbolizar a relação entre os medos, as inseguranças e as expectativas, e o ruído da água caindo nos degraus laterais, o ruído dos aplausos, alimento desses grandes feitos», descreve Luís Queimadela, o escultor/autor da obra. «Na projecção aérea observa-se o buraco de uma fechadura cuja chave é o Maratonista. Aqui começa a mensagem. A chave do mistério. O segredo, que levou a fazer de Carlos Lopes esse campeão».
Localização:

Praça Carlos Lopes, rotunda de ligação que entrecruza Vildemoínhos (direcção Figueiró IP5), Avenida Cidade de Aveiro e Avenida Almirante Afonso Cerqueira.

 
Nome: Rosto do Fado
Descrição: «Rosto do Fado» é um tributo a José Augusto Hilário, um dos rostos do fado (de Coimbra), nascido em Viseu. O frontispício da obra está virado para quem entra pelo Sátão, e tem como cenário de fundo, a zona histórica da cidade – berço de Hilário. Apesar dos 3,5 metros de altura e os 3 metros de largura, a obra deve ser observada com alguma proximidade. Só assim se percebem os traços, as típicas guitarras portuguesas com os braços a escorrer e os xailes, na retaguarda, como explica Xico Lucena, o autor da obra.
Localização:

Numa das rotundas de saída da cidade, que liga a circunvalação, a Rua do Arco e a E.N. 229 (Sátão).

 
Nome: Porta de Viriato
Descrição:

Autoria de Manuel Patinha, a escultura visa perpetuar a figura de Viriato e a sua história. Nessa perspectiva, o arco triunfal como símbolo das suas vitórias e feitos. Há quem caracterize a parte oval como a Acrópole, representando, as formas envolventes o desenvolvimento das cidades ou o desenvolvimento das mentalidades.

Localização:

Implantada na rotunda de ligação da circunvalação, rua das Pedras Alçadas e E.N. 231 (Nelas).

 
Nome: Quatro Elementos
Descrição:

«A preferência pela associação do elemento água ao granito na execução da obra originou a ideia de criar uma obra escultórica representativa dos quatro elementos fundamentais (água, terra, fogo e ar), os quais, por sua vez, ligados aos pontos cardiais. A escultura é constituída por quatro lados simétricos; cada um simboliza um elemento fundamental que está voltado para o respectivo ponto cardial. A figura orgânica instalada na parte central superior da obra representa a formação da vida a partir dos quatro elementos fundamentais e é completada pela corrente vital da água», descreve o autor Matthias Contzen.

Localização:

Rotunda que entrecruza a circunvalação (Rua cidade S. Filipe) e a rua Estêvão Lopes Morago.

 
Nome: Túnel de Viriato
Descrição:

Inaugurado no dia 23 de Julho de 2004, o Túnel de Viriato, é mais do que um contributo para o ordenamento do trânsito automóvel. A nova infra-estrutura devolve aos cidadãos espaços próprios. A Cava de Viriato sobressai, abrem-se outras perspectivas sobre o terreiro da Feira de S. Mateus e a colina da Sé. Uma requalificação que visa, sobretudo, a valorização ambiental e a qualidade de vida de todos os viseenses.

 
Nome: Campo de Viriato
Descrição:

O novo Espaço Público de S. Mateus, Campo Viriato, após uma notória requalificação urbana e de valorização ambiental pelo Arq. Manuel Salgado, trata-se de uma vasta área, ampla e vocacionada para uso pedonal, constitui-se doravante como uma nova centralidade, a norte da cidade (junto `Cava de Viriato), destinada à fruição pelos Viseenses e seus Visitantes que aí encontrarão um espaço de lazer, de estada, de convívio e de animação, liberto de trânsito automóvel, dotado de comércio, serviços, restauração, e preparado, para a realização de grandes eventos, desportivos, musicais, culturais, entre outros…De destacar a já famosa e centenária Feira de S. Mateus, cabeça de cartaz deste espaço que se quer vivo, dinâmico e multifuncional.

 
Nome: Espaço Multiusos de Viseu
Descrição:

Feiras e Exposições, Lazer e Cultura, Desporto e Congressos, tudo isto, reunido num único Pavilhão, com capacidade de se transfigurar para dar resposta eficaz às necessidades da população e seus visitantes. Viseu é reconhecida como uma das cidades do interior onde na última década se tem registado de vitalidade das actividades culturais e desportivas. A captação de eventos de maior envergadura, normalmente centralizados nas grandes cidades, exigia uma estrutura com maior capacidade de resposta, ao que o multifacetado Multiusos correspondeu. Parte da obra do Arq. Manuel Salgado, o Pavilhão localiza-se no novo Campo Viriato, tendo sido conseguido um perfeito equilíbrio entre a grandiosa estrutura e toda a sua envolvente.

 
Nome: Mercado 2 de Maio
Descrição:

Viseu tem o seu património edificado e cultural mais rico. Do antigo Mercado municipal, surgiu um novo espaço urbano que mantém um diálogo estético com o rossio, o Mercado 2 de Maio. Idealizado pelo Arq. Siza Vieira, esta Praça dá lugar a diversas Feiras e Espetáculos realizados na cidade, assim como a inúmeras esplanadas que nas noites de Verão enchem a cidade e toda a zona histórica de vida e movimento. Um espaço cultural e de lazer, situado no centro histórico da cidade. «A rua é a casa de todos» e são projetos como este que reforçam o orgulho de ser Viseense ou de estar em Viseu!

 
Nome: Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva
Descrição:

Mais do que a singularidade de um edifício já de si carregado de significado urbano como é a biblioteca pública, o projecto da Biblioteca Municipal de Viseu procura antes criar um facto urbano. Um lugar que se espera venha a ter a devida representação no espírito do cidadão comum. Um ponto de referência. O edifício tem duas áreas exteriores distintas: uma área pública, espécie de praça empedrada a granito, por onde se entra no interior da biblioteca e uma privada, ajardinada e reservada aos utentes da biblioteca. No seu interior, separa a partir do átrio de entrada, que é de certo modo o prolongamento da praça pública, a biblioteca das crianças da dos adultos, cada uma delas com os atributos ambientais próprios: escala, pé direito, mobiliário, luz, relação com o exterior, entre outras. Trata-se de um local onde a ambiência, a cultura e o convívio se completam. A relevância que o município tem prestado ao património construído estende-se ao edificado contemporâneo.

 
Nome: Solar do Dâo (Paço do Fontelo)
Descrição:

A construção do Paço do Fontelo, designação do sítio que antigamente se chamava Fontanelo, teve a sua origem numa quinta que os bispos, logo desde D.Odório, quando era ainda prior, começaram a fazer com terras recebidas ou piedosa herança, tal a primeira, em 1122. Terá sido D. João Homem (1399) que deu início à construção da torre-fortaleza erguida sobre o ângulo Poente. D. Garcia leva avante a obra e manda construir a Capela de Santa Marta, talvez em 1426. D. Miguel da Silva transfigura a quinta, faz um parque e um jardim ao jeito do pensar da Renascença, faz de novo e melhora os aposentos. Gaspar e Grão Vasco fazem-lhe obra monumental para a capela. Gonçalo Pinheiro vem depois. Faz o portal e cerca, por mais longe, as terras que então já eram couto. E aqui vinham em certas temporadas os bispos residir. Foi em 1810 que Alexandre Lobo e António Alves Martins vieram residir de vez, mas é em 1912 que o Governo da República retira a Quinta do Paço ao último bispo residente. Passa então a quartel, cadeia, foi até lugar de acolhimento. Torna-se então pertença da Câmara Municipal que levou a efeito uma obra de esmerada requalificação, onde agora sedia a Comissão Vitivinícola Regional do Dão, o chamado Solar do Dão. Local de cariz único e de uma plenitude incomparável e de uma beleza inconfundível.

 
Nome: Teatro Viriato
Descrição:

Palco da Cidade...Uma verdadeira Casa de Artistas!!! Construído a 13 de Junho de 1883, é no ano de 1999 que abre de novo as portas ao público, após a sua reconstrução. Com a sua recuperação mantiveram-se as características originais da Sala de Espectáculos, modernizando-se o Palco e restabelecendo-se todas áreas perdidas e necessárias para o bom funcionamento (entrada, foyer, bar, sanitários, vestiários, camarins, oficinas), conseguindo-se ainda algumas áreas complementares que possibilitam uma maior utilização, quer para produção de espectáculos, quer para formação. Possui uma sala com 256 lugares sentados e uma lotação máxima de 316 lugares, Plateia com 166, frisas que somam 70 lugares e 7 camarotes que oferecem no seu conjunto mais 22 lugares. É ainda composto por um Bar, no primeiro andar, uma Mini Biblioteca, um Espaço Multimédia, um Estúdio de Dança, uma Sala de Ensaios, um Canto de Teatro, decorado com objectos alusivos ao passado histórico do próprio Teatro e Bilheteira. Trata-se de um Espaço onde se respira paz, tranquilidade, bom gosto, alegria, mas acima de tudo, um Espaço que transborda Cultura...

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