Associação Nacional de Municípios arranca com nova edição do “Smart Cities Tour”

Começa este mês o Smart Cities Tour pelo país. Viseu receberá workshop dedicado à inovação, a 28 de março

Tem início este mês a digressão da secção de Municípios Cidades Inteligentes, da Associação Nacional de Municípios. Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Viseu e Presidente desta secção, estará presente neste Smart City Tour. António Almeida Henriques resume a secção que lidera como sendo “o uso da tecnologia ao serviço da felicidade das pessoas através da gestão com redução de custos para os municípios, e melhoria da qualidade vida para os cidadãos. Assim como a melhoria dos serviços prestados”.

Depois de ter sido reeleito para presidir a maior secção da Associação Nacional de Municípios, Almeida Henriques acompanha o tour que, em parceria com a Nova Information Management School, levará a sete cidades workshops sobre turismo, resiliência, inovação, mobilidade, sustentabilidade económico-financeira e cidades como plataformas. O tour traduzir-se-á numa cimeira de autarcas no dia 11 de abril que será também o primeiro dia do Portugal Smart Cities Summit. Para o presidente da secção, “o momento da democratização da inteligência urbana” e onde será apresentado o primeiro transporte público elétrico não tripulado da Europa, que virá para Viseu.

O tour começa no dia 21 de fevereiro em Albufeira com o tema ‘Cidades Plataforma’ e terminará em Viseu sob o mote da inovação. O tema escolhido para a cidade de Viseu não é coincidência, António Almeida Henriques lembra o pilar do município, “o conceito que junta tradição com inovação. A tradição de uma cidade com mais de 2500 anos de história e a inovação diária”. Pelo meio, o périplo seguirá por Ponta Delgada, Portalegre, Guimarães, Funchal e Seixal.

Estes workshops temáticos serão a oportunidade para autarquias, universidades e empresas partilharem desafios e projetos. Almeida Henriques, também vice-presidente da Associação Nacional de Municípios, acredita que assim “vai ser um processo natural até os restantes municípios aderirem”. Acrescenta ainda que para os 135 atuais membros se procurou “criar um denominador e foi identificado, desde logo, a eficiência energética”.