Município de Viseu lança portal de serviços que migra para a Web 177 processos

 

Primeiros 15 serviços estão online a partir de amanhã. Projeto será concluído até ao final de 2015

 A Câmara Municipal de Viseu lança amanhã na Internet o seu primeiro portal de serviços on-line: o VISEU NET.

Este portal disponibilizará para já 15 serviços on-line, em período experimental, criando uma alternativa mais sustentável, eficiente e económica aos processos até agora submetidos e tramitados exclusivamente em papel.

Considerando o ano de 2014, estes primeiros 15 serviços representam um universo de 10.500 processos.

Ao todo, o portal VISEU NET migrará para a Web, progressivamente, 177 processos e serviços, incluindo pedidos de licenças, autorizações, declarações e certidões, fiscalização municipal e gestão urbanística.

Na apresentação realizada nos Paços do Concelho, o Presidente da Câmara, Almeida Henriques, sublinhou que “esta plataforma visa migrar para a Internet a totalidade dos serviços e processos municipais, simplificando a vida dos munícipes e das empresas. É um passo de gigante na modernização municipal e num relacionamento mais eficiente e transparente com a população e os agentes económicos”.

No primeiro semestre de 2015 será concluída a disponibilização do pacote de processos e serviços online relativos ao atendimento e fiscalização, sendo operacionalizada no segundo semestre, e até ao final do ano, o conjunto de processos e serviços de gestão urbanística.

O catálogo de serviços online incluirá assim um menu vasto de áreas, entre as quais as relativas a atividades económicas e de lazer, operações urbanísticas, ambiente, acessibilidade e transportes, realização de feiras e mercados, ocupação de espaço público, publicidade, emissão ou controlo de ruído, e cemitérios.

Para munícipes e empresas com registo e login, o portal permitirá consultar o estado do processo submetido e proceder à atualização dos dados pessoais.

Sem necessidade de autenticação, o portal disponibilizará toda a informação relativa a este catálogo, incluindo a documentação necessária para cada processo e as taxas inerentes.

O investimento realizado na criação do portal, envolvendo desenvolvimento tecnológico e aquisição de equipamento, ascende a 150 mil euros, 80 por cento dos quais financiados por fundos comunitários, ao abrigo do QREN/Programa COMPETE.