Podas de árvores na cidade motivam condicionamentos ao trânsito na próxima semana

Rua Maria do Céu Mendes e circunvalação serão as principais artérias condicionadas

As podas de manutenção, adaptação e formação das árvores públicas do concelho de Viseu irão decorrer a partir da próxima semana, 20 de junho, em algumas das principais artérias e vias da cidade.

Segunda-feira, 20 de junho, a operação ambiental estende-se à rua Maria do Céu Mendes (troço entre a rotunda do Fontelo e a rotunda de Santo António) e implicará o corte de trânsito em ambos os sentidos, alternadamente, dado que a copa das árvores abrange toda a via em causa. A operação contará com acompanhamento policial.

Já na terça-feira, 21 de junho, estão previstos os trabalhos na circunvalação, entre a rotunda 5 de outubro e a rotunda de Nelas, sendo necessário proceder-se ao corte de uma das vias, passando a circulação automóvel a realizar-se nos dois sentidos apenas numa faixa. Prevê-se que as podas nesta artéria se prolonguem por um período de três dias, até quinta-feira, 23 de junho.

Ao longo da próxima quinzena, estão ainda previstas as podas noutras ruas de Viseu, no entanto, as mesmas implicarão apenas pontuais condicionamentos ao estacionamento e à circulação pedonal nos passeios públicos.

São elas a Rua do Chantre e Rua das Ameias, no dia 21, a Avenida Monsenhor Celso Tavares da Silva e Rua Mendonça a 22 de junho, e a Rua Dr. Alexandre Lucena e Vale no dia 23. Na semana seguinte, os trabalhos serão executados no troço entre a rotunda de Nelas e a rotunda João VI, a 27 de junho, a na Avenida 25 de Abril, a partir do dia 28 e até 1 de julho.

Este ano, a Câmara Municipal de Viseu encontra-se a realizar as podas das árvores públicas do concelho na primavera, uma operação a cargo de três empresas especializadas na manutenção de espaços verdes, que garantem uma operação de qualidade e de salvaguarda da cidade-jardim.

A opção pela poda nesta época do ano, as chamadas “podas em verde”, é mais vantajosa em relação à poda de inverno (a mais comum), uma vez que permite identificar mais facilmente problemas nas árvores e intervir de forma mais eficaz e menos invasiva quando necessário. Por exemplo, os ramos secos são mais fáceis de identificar, o crescimento de “ramos ladrões” pode ser controlado e reduzido, as feridas resultantes dos cortes de ramos cicatrizam de forma mais célere, entre outras vantagens.

Este ajuste no plano de intervenção resulta do trabalho contínuo de estudo de comportamento das espécies arbóreas do concelho, assegurando a segurança das pessoas e a manutenção da cidade-jardim.